Há tons e
semitons, tristeza e alegria. Tons do branco que clareia, tons do negro que é
revelia.
Há tons
maiores que preenchem. Há os menores que tampouco se sente. E os diminutos, ah,
os diminutos são minoria.
Cada nota
traz alento, movimento, esperança. É magia.
Aprender é
crescer, para crescer há de errar, para errar há de tentar. E tentar nunca é
demais. Mas perfeição é utopia.
Cada
movimento exige sincronia. E a arte é aceitar o ciclo. O ciclo que não sacia.
Entender que
é preciso calma pra compor uma bela melodia, sem esquecer que está ‘preso’ em
um infinito campo de harmonia.
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