quinta-feira, 19 de setembro de 2013

Caminhada Solitária


Passo após passo.
Respiração lenta, suave.
Caminhar nos espaços vazios.
Como preencher a mente.
Caminhos diferentes.

Se cai a chuva, se bate o sol, não importa o que está no chão, água ou sombra, tudo em vão.

Durante a caminhada não há paz completa nem amor eterno.
Há esperança de chegar.

O destino pode enganar, nunca será como o que o ar parece indicar.

Sem pensar nas ruas transitadas no caminho, há um lugar, um espaço onde os ares não são simples gases, mas mostras da vitória, ou, quiça, da derrota.

Esse é o fim da caminhada.
Não há trajetos nem caminhos.

Parece um fim maior. Antes de olhar pra trás é necessário olhar ao redor.
E assim entender que não importa o caminho que passou, e sim, o que há de vir.

E que seja cheio de luz. Basta acreditar.

Foto: Reprodução internet.